PARADOME GEODÉSICAS PERÍODO Agosto, 2021 PRODUTO: Domos Geodésicos   BRIEFING TIPO DE PROPOSTA:   Conteúdo para redes sociais  Estratégias de multiplicação de conteúdo (posicionamento multicanais) Copys para landing pages LEADS:  Indiretos ETAPA DE FUNIL Públicos frio e morno.  PÚBLICO ALVO:  Pais e Mães (público feminino majoritário) ligados às pedagogias Montessori e Waldorf  Educadores destas vertentes Montanhistas e escaladores Atletas em geral Arquitetos e urbanistas ligados a modelagem de ambientes abertos (públicos) EMOÇÃO (ou emoções envolvidas na compra do produto)  Prestígio (Pais sentindo-se admirados por outros pais por suas conquistas alcançadas tanto materiais quanto emocionais e educacionais);  Imperfeição (Desafiar o Status Quo com relação a educação de crianças e seu lazer em espaços abertos – tanto pais quanto educadores) Confiança (atletas que com o uso de domos não precisem se deslocar até montanhas ou grandes paredes de escalada para seus treinos) Poder (Atletas que desejam sentir controle sobre situações de escalada; Pais que desejam sentir que seus filhos eliminaram as emoções negativas inerentes às atividades ao ar livre como altura, queda e quaisquer machucados) FILTRAGEM DAS EMOÇÕES (para foco inicial do trabalho) Prestígio Poder FORMATO:  Postagens Instagram e Facebook; Blogposts   ESCOPO Qual o conceito que movimentou o projeto?   O conceito partiu de um olhar sobre o público que a Paradome tinha no ano de 2021.    Com quase 10 anos de existência, era preciso fazer uma análise profunda do perfil dos compradores para entendermos, em primeiro lugar, se o cliente naquele momento era o mesmo com quem a marca vinha se comunicando nos últimos anos.    Com essa análise, entendi que o público era majoritariamente feminino, na grande maioria eram pais e vinham de diversos canais.   Os compradores chegavam através de outros pais que já tinham comprado o produto, de comunidades de terapias holísticas em redes sociais, grupos ligados à vida saudável (vegetarianismo, permacultura e afins) e comunidades ligadas a artes em geral.   Estes canais estavam quase todos conectados às propostas mais gerais da Pedagogia Waldorf, que prezam pela integração das pessoas da família com a criança e com a natureza de uma maneira sutil mas presente e constante.    Esse posicionamento modifica totalmente o cotidiano destas famílias, tendo reflexos na alimentação, no estudo e aprendizado, no comportamento e tomada de decisões.    É uma maneira holística de entender a postura do ser humano dentro da sociedade: O homem depende do meio ao seu redor e o meio só permanece se o homem o compreender e facilitar a coexistência de todas as espécies.    As crianças são vistas com um olhar muito mais natural do que em outros tipos de pedagogias. As descobertas e os riscos fazem parte da evolução e precisam estar presentes em seu dia a dia, de forma controlada mas nunca extinta.    Elas precisam enfrentar situações para criar o discernimento.   Quando verifiquei a existência de atletas entre os compradores, percebi que eles também se encaixavam em vários dos canais que tinham trazido os pais até a Paradome.   Ou seja, os atletas, por mais que buscassem os domos com outro propósito que não o pedagógico, estavam ali por motivos e iscas muito parecidas com as dos pais.   Por conta disso, a ideia de que um Domo Geodésico é mais que um brinquedo lúdico, é a conexão do ser humano com as formas primordiais da natureza e que por conta disso, proporciona a sensação de pertencimento e reconexão com ela, se tornou o conceito ideal a ser trabalhado.   Qual a base de apoio para a criação da estratégia?   As pesquisas junto ao público e rastreios de modos de consumo e redes sociais dos clientes trouxeram as informações que eu precisava.    A partir disso o cruzamento de detalhes em comum e rastreio do “por que isso é comum a vocês dois?” trouxeram as informações finais sobre o conceito criado, e a estratégia ideal para espargir a ideia.   Portanto, os clientes Paradome foram os grandes fornecedores de informação para a criação da nova comunicação.   Qual é o maior problema enfrentado pela marca Paradome?   O maior problema era não entender se ela estava sendo “ouvida” pelo público.    Se ela o atingia mesmo ou, se as vendas até então dependiam exclusivamente de uma divulgação “boca a boca” feita por pais de escolas Waldorf.   As conversões aconteciam bem, e o CEO já tinha uma ideia inicial de onde — ou por onde — os clientes estavam chegando, mas como isso era apenas uma impressão até o momento, era necessária uma pesquisa profunda para que tivéssemos certeza do que se supunha.   E as pesquisas nos informaram ainda mais coisas do que isso, além de nos trazerem a certeza sobre a postura que deveríamos seguir. Elas ditaram a voz da comunicação e nos confirmaram informações sobre “o que” atraía os compradores para aquele tipo de produto.   Qual a solução indicada para este cliente (o melhor para sua comunicação e sua mais forte CTA?)   A ideia de que “brincar livre”, em seu mais amplo entendimento (ao ar livre, sem tecnologias, usando o próprio corpo como peso, inventando e criando em contato com a terra e com outras crianças) era o que unia todos os compradores. Pais, educadores, atletas e arquitetos.    Por mais que os caminhos pelos quais chegavam até a Paradome fossem diferentes, essa era a ideia em comum. Disso, extraímos o seguinte conceito:   “Adultos fortes são crianças que puderam brincar livres”, e desta ideia trouxemos toda a comunicação.    Quando falávamos com os adultos atletas, buscávamos na comunicação o acordo com a lembrança de quando ele era uma criança e sonhava em subir montanhas.    Com educadores, a premissa do “brincar livre” faz parte de seus propósitos, então aqui tudo ficou mais fácil.  E para arquitetos e urbanistas, os Domos são brinquedos bonitos, seguros e duráveis, que valorizam qualquer ambiente público e trazem para as crianças a atividade física integral, pois ele “mexe” com todo seu corpo, trazendo muito mais resultados como equipamento de atividade física.